Aprendendo e Ensinando

 

« em: 25 de agosto de 2009, 22:43 »
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Em reportagem recente, divulgou-se que uma jovem, de 15 anos, suicidou-se com um tiro de revólver, dentro de uma escola, em Curitiba. Não houve pedido nem grito de socorro. Em silêncio, ela entrou no banheiro e se trancou em uma das cinco cabines reservadas. Sentada sobre o vaso sanitário, disparou contra a boca. Suicídios desse gênero (tiro especialmente), em escolas brasileiras, não são comuns. "Três meses antes da tragédia, um jovem procurou os pais e pediu que eles a levassem para um psicólogo um. Dizia sentir-se triste e desmotivada. O pai passou um pegá-la na aula de pintura e levá-la, semanalmente, uma um psiquiatra. benzodiazepínicos no inquérito policial sobre o suicídio, apurou-se que ela tomava (Soníferos) para dormir, e outros fármacos Para controlar uma ansiedade que sentia ". (1) Diante do dilema, indagamos: Como os pais pueden Proteger os filhos ante os Desequilíbrios emocionais que assolam a juventude de hoje? Obviamente, estar atentos PRECISAM. Interpretar anúncio ou qualquer tentativa de suicídio do jovem como sinal de alerta. O ideal é procurar ajuda especializada e de um psicólogo, para os pais espíritas, os recursos terapêuticos dos Centros Espíritas. Aproximar-se, mais amiudemente, do filho que apresenta sinais fortes de introspecção ou depressão. O isolamento eo desamparo pueden terminar com depressão aguda e ódio da vida.
É evidente que sugerir Serem os pais os únicos Responsáveis pelo autocídio um filho de (um), é algo muito preocupante e delicado, pois, trata-se de um ato pessoal extremo da personalidade desequilíbrio, gerado por circunstâncias atuais ou por reminiscências de existências passadas . Se há culpa dos pais, Atribui-se à negligência, à desatenção, a não perceber como mudanças no comportamento de um filho (a) ea tudo que acontece à sua volta. Sobre isso, estamos convictos de que uma sociedade, como um todo, é, igualmente, culpada. Inobstante colocarem o fardo da culpa nos pais em primeiro lugar, reflitamos: Quem pode Controlar uma pressão psicológica que uma montanha de apelos faz vazios na cabeça dos jovens, diariamente? O suicídio é um ato exclusivamente humano e está presente em todas as culturas. Suas matrizes causais são numerosas e complexas. Os determinantes do suicídio patológico estão nas Perturbações mentais, depressões sepulturas, melancolias, Desequilíbrios emocionais, delírios crônicos, etc Algumas pessoas nascem com Certas desordens psiquiátricas, tal como uma esquizofrenia eo alcoolismo, o que aumenta o risco de suicídio. Há os processos depressivos, onde existem perdas de energia vital sem organismo, desvitalizando-o, e, conseqüentemente, interferindo em todo o mecanismo imunológico do ser.
Em termos percentuais, 70% das pessoas que cometem suicídio, certamente sofriam de um distúrbio bipolar (maníaco-depressivo), ou de um distúrbio do humor, ou de exaltação / euforia (mania), que desencadearam uma severa depressão súbita, nos últimos minutos que antecederam aos de suas mortes. O suicídio pode ocorrer, tanto na fase depressiva, quanto na fase da mania, sempre conseqüente do estado mental. O suicida é, antes de tudo, um deprimido, ea depressão é uma doença da modernidade. O suicida não quer matar a si próprio, mas alguma coisa que carrega dentro de si e que, Sintéticamente, pode ser nominado de sentimento de culpa e vontade de querer matar alguém com quem se identifica. Como As restrições impedem o Morais, ele acaba se autodestruindo. Assim, "o suicida mata uma outra pessoa que vive dentro dele e que o incomoda, profundamente. Outra coisa que DEVE ser analisada é a obsessão que poderia ser definida como um constrangimento que um indivíduo, suicida em potencial ou não, sente, pela presença perturbadora obsessor de um.
A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio como contrário às leis da Natureza. Todas asseveram que ninguém tem o direito de abreviar, voluntariamente, a vida. Entretanto, por que não se tem esse direito? Por que não é livre o homem de pôr termo aos seus sofrimentos? Ao Espiritismo estava reservado Demonstrar, pelo exemplo dos que sucumbiram, que o suicídio não é uma falta somente por Constituir infração de uma lei moral - Consideração, essa, de pouco peso Certos indivíduos para - mas, também, um ato estúpido, pois que nada ganha quem o pratica. Antes, o contrário, é o que se dá com eles, na espiritual Existência, após ato tão insano. Temos notícia, não somente, pelo que lemos nos livros da Doutrina Espírita e que nos advertem os Espíritos Superiores, mas pelos testemunhos que nos dão esses infelizes irmãos, narrando fatos tristes que eles mesmos nos Põem soluçar como vistas, em sessões de orientação às entidades sofredoras. Sob o ponto de vista sociológico, o suicídio é um ato que se Produz nenhum marco de situações anômicas (2), em que os indivíduos se vêem Forçados um tirar a própria vida para Evitar Conflitos ou Tensões inter-humanas, para eles insuportáveis.
O Pensador Émile Durkheim teoriza que a "causa do suicídio, quase sempre, é de raiz social, ou seja, o ser individual é abatido pelo ser social pelos. Absorvido valores [sem valor], como o consumismo, a busca do prazer imediato, uma competitividade, uma Necessidade de não ser um perdedor, de ser o melhor, de não falhar, o jovem se afasta de si mesmo e de sua natureza. aparências ', Sobrevive de "para representar um" papel como protagonista social' do meio. Nessa vivência neurotizante, ele deixa de Potencialidades Desenvolver suas, não se abre, nem expõe suas emoções e se esmaga na sua intimidade solitária. " (3)
Além O Espiritismo adverte que o suicida, de sofrer no mundo espiritual as dolorosas conseqüências de seu gesto impensado, de revolta diante das leis da vida, ainda renascerá com todas as seqüelas físicas daí RESULTANTES, e terá que arrostar, novamente, a mesma situação provacional que um flacida sua fé e distanciamento de Deus não lhe permitiram o Êxito existencial.
É verdade que após uma desencarnação não há tribunal nem Juízes para condenar o Espírito, ainda que seja o mais culpado. Fica ele, simplesmente, diante da própria consciência, nu Perante si mesmo e todos os demais, pois nada pode ser escondido nenhuma mundo espiritual, TENDO O individuo de Enfrentar Próprias suas criações mentais. "O pensamento delituoso é assim como um fruto apodrecido que colocamos na casa de nossa mente. A Irritação, uma crítica, o ciúme, a queixa exagerada, qualquer dessas manifestações, aparentemente sem Importância, pode ser o início de lamentável perturbação, suscitando, por vezes, processos obsessivos nos Quais uma criatura cai na delinqüência ou na agressão contra si mesma. " (4)
A rigor, não existe pessoa "fraca", a ponto de não Suportar um problema, por julga-lo às suas Forças superior. O que de fato Ocorre é que essa criatura não sabe como Mobilizar uma sua vontade própria e os desafios Enfrentar. Joanna de Angelis assevera que o "suicídio é o ato sumamente covarde de quem opta por fugir, despertando em realidade mais Vigorosa, sem outra alternativa de escapar". (5) Na Terra, é preciso ter tranqüilidade para viver, porque até agora, não há tormentos e problemas que Durem uma eternidade. Recordemos que Jesus nos assegurou que "O Pai não dá fardos mais pesados que nossos ombros" e "Aquele que perseverar até o fim, será salvo". (6)
Jorge Hessen
http://jorgehessen.
jorgehessen@gmail.com
Fonte:
1. Disponível em
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,, EMI73803-15228, 00 -- + + NO BANHEIRO DA ESCOLA + + + UM TIRO.html
2. O sociólogo acredita que, quando o indivíduo resolve tirar a própria vida, ele está em estado de anomia, que significa "falta de valores". "Uma situação anômica é a ausência ou desintegração de normas. Ocorrem Quando Perturbações da ordem coletiva, o número de suicídios tende a se elevar"
(3) Durkheim, Emile. Título: El suicidio. P.imprenta: Tlahuapan, Puebla. Premia. 1987. 343 p. Edición; 2a ed. Descriptores: Suicídio. Sociología. Aspectos psicológicos
(4) Mensagem extraída do livro "PACIÊNCIA", de Emmanuel; Psicografado por Francisco Cândido Xavier
(5) Franco, Divaldo, Momentos de Iluminação, Ditado pelo Espírito Joanna de Angelis, RJ: ed. Fevereiro
(6) MT 24:13
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